Modelo de Application e Concessão de Crédito: Como ele pode Impactar o PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) do seu Negócio?
A gestão de crédito é um recurso essencial para instituições financeiras que buscam expandir suas operações de forma responsável, e no Brasil isso é ainda mais desafiador.
Com mais de 70 milhões de brasileiros com contas em atraso, e ultrapassando a marca de R$ 400 bilhões, onde as principais dívidas estão relacionadas a bancos, cartões de crédito e contas básicas. A concessão de crédito tem como objetivo ajudar quem precisa do dinheiro e fazer as instituições crescerem sem grandes perdas.
No entanto, com o aumento da concessão de crédito, surge também o desafio e a necessidade de controlar o risco de inadimplência.
Neste cenário, os modelos de concessão de crédito desempenham um papel importante e vital para o negócio, pois ajudam as instituições a prever o comportamento dos clientes e a mitigar potenciais riscos.
Neste artigo quero explorar como um bom Modelo de Application para concessão de crédito afeta o Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) e algumas das estratégias para otimizar esses processos.
Mas comecemos pelo início, entendendo o que é cada recurso e conceito para então compreender como através da tecnologia com um bom Modelo de Application para concessão de crédito pode impactar nos negócios.
O que é concessão de crédito
A concessão de crédito é o processo no qual uma instituição financeira ou empresa disponibiliza recursos financeiros (faz empréstimos, libera cartão etc.) a um cliente.
Essa concessão de crédito pode ser para pessoa física ou jurídica, e isso é feito com base em critérios de análise de risco e capacidade de pagamento do cliente.
Falando de forma mais simples, é a “decisão de emprestar”, que junto tem as condições que vão reger esse empréstimo, como valor, prazo, juros e garantias.
Todo esse processo faz parte da concessão e é fundamental para a sustentabilidade do negócio, afinal esse tipo de atividade envolve o risco financeiro para a empresa.
Por isso hoje em dia existem recursos e entre eles os modelos analíticos, políticas de crédito, ferramentas de automação como motor de crédito que ajudam a tomar decisões mais rápidas, seguras e precisas.
Em uma concessão de crédito podem ser avaliados muitos fatores, e esses são alguns:
- Histórico de crédito do cliente
- Renda ou faturamento
- Capacidade de pagamento
- Relacionamento com a instituição
- Dados cadastrais e comportamentais
Esse é um processo muito importante para a empresa, já que a concessão tem impacto diretamente na saúde financeira e na carteira de crédito da empresa.
Não cuidar corretamente dessa etapa, ter um processo ineficiente ou até mesmo permissivo pode levar facilmente ao aumento da inadimplência e consequentemente da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), isso é uma conta que reflete as perdas esperadas com créditos/concessões que possivelmente não serão pagos.
Entende agora a importância de ter um processo bem definido e de qualidade? Conseguir medir e gerenciar a concessão de crédito é o que pode definir o sucesso ou não de sua operação.
Uma boa política de crédito começa com dados confiáveis, critério claros e modelos preditivos bem calibrados.
Provisão para Devedores Duvidosos (PDD)
Hora de entender o que é o PDD – Provisão para Devedores Duvidosos, porque ele é tão importante e qual o seu papel.
O PDD é uma estimativa contábil que basicamente representa o valor que uma empresa ou instituição financeira precisa ter como reserva para cobrir possíveis perdas com clientes que possam não honrar seus compromissos de pagamento.
Resumindo e sendo direto é uma reserva para cobrir a inadimplência.
O grande detalhe é que essa reserva ou provisão não significa que o prejuízo já ocorreu, mas que que existe um risco identificado.
Ele é sua segurança para se antecipar a efeitos negativos de créditos que foram concedidos com probabilidade de inadimplência. Ele é sua salvaguarda.
E como funciona o cálculo do PDD?
Bom, ele é calculado com base na estimativa de perdas futuras com clientes inadimplentes.
O valor da PDD pode ser calculado multiplicando o valor total da carteira de crédito pela taxa de inadimplência esperada por exemplo.
Essa taxa de inadimplência pode ser definida com base no histórico que a empresa já possua, análise de crédito dos clientes ou um percentual fixo.
Já dá para perceber que quanto mais conceder e maior for sua inadimplência, maior será o valor necessário de reserva para cobrir possíveis imprevistos.
O cálculo da PDD pode levar em consideração fatores como:
- A classificação de risco dos clientes ou operações de crédito
- O histórico de pagamento dos clientes
- Os tempos de atrasos (por exemplo: 30, 60, 90 dias ou mais)
- Sem falar das regras contábeis e regulatórias, como as definidas pelo Banco Central do Brasil e os CPCs (Comitês de Pronunciamentos Contábeis).
Além disso é muito comum o uso de modelos estatísticos e algoritmos de machine learning para prever o risco de inadimplência e ajustar a provisão de forma mais precisa.
Essa estratégia pode atuar diretamente com a concessão de crédito ajudando a manter mais saudável o negócio.
Qual a importância da PDD?
A PDD tem um impacto direto no resultado financeiro da empresa, pois ela é registrada como despesa no DRE (Demonstrativo de Resultado do Exercício).
E o que isso quer dizer que? Já adianto, muitas coisas!
- A PDD subestimada pode inflar os lucros no curto prazo e causar surpresas negativas no futuro.
- Já a PDD superestimada pode reduzir o lucro de forma desnecessária e comprometer decisões estratégicas.
Além disso podemos afirmar que uma gestão eficiente da PDD está diretamente ligada à qualidade da concessão de crédito.
A partir disso começamos a olhar para o papel muito importante do Modelo de Application (próxima coisa que entenderemos) que estando bem calibrado, ajuda a filtrar os bons pagadores e, consequentemente, reduz a necessidade de provisão.
O que é um Modelo de Application para concessão de crédito?
O Modelo de Application para concessão de crédito (também conhecido como Application Scoring Model, Modelo Credit Scoring ou Modelo de Avaliação de Risco de Crédito) é uma ferramenta estatística e analítica utilizada para avaliar, no momento da solicitação, o risco de inadimplência de um cliente que está pedindo crédito com base nas informações do cliente.
De forma mais simples é um modelo preditivo que ajuda a decidir quem deve receber crédito, quanto e em quais condições (através da utilização de outros recursos e políticas).
Esse tipo de modelo pode utilizar dados cadastrais, comportamentais e financeiros da pessoa ou empresa solicitante como renda, histórico de crédito, perfil de consumo, entre outros para poder gerar variáveis financeiras e de comportamento, e ainda pode ir além com a utilização de bureau de dados, tudo isso vai para gerar uma pontuação (score de crédito) que indica a probabilidade de pagamento ou inadimplência.
Modelo de Application: Como funciona na prática?
Na visão menos técnica, imagine a seguinte situação, uma instituição financeira ao receber uma proposta de crédito, o sistema dela vai aplicar o Modelo de Application para esse cliente e então:
- Analisar o perfil de risco do cliente
- Classificá-lo em faixas através de seu score obtido (por exemplo: baixo, médio ou alto risco, ou faixas numéricas)
- Com o resultado obtido e junto com as políticas poderá sugerir limites de crédito e taxas de juros personalizadas
- Apoiar decisões automatizadas ou semiautomatizadas de aprovação ou reprovação.
Já na visão mais técnica o Modelo de Application pode funcionar da seguinte forma:
Para que o modelo possa disponibilizar o Score de Crédito do cliente, antes existem diversas etapas, essas que vão desde a coleta de dados até o cálculo e disponibilização da informação.
Uma vez que já é entendido a necessidade do negócio e o problema a ser resolvido, e já possuindo conhecimento sobre o público, começam as etapas mais técnicas:
- Coleta e Preparação de Dados: Existe toda uma coleta e preparação dos dados para que o modelo possa consultar e analisar as informações do solicitante, como:
- Dados pessoais (idade, estado civil, emprego)
- Histórico financeiro (score de crédito, dívidas existentes)
- Comportamento de pagamento (inadimplências, atrasos)
- Variáveis de bureau
- Etc.
- Processamento por Algoritmos: O Modelo de Application pode utilizar técnicas estatísticas (regressão logística, árvores de decisão) ou machine learning (redes neurais, XGBoost, etc.) para calcular a probabilidade de inadimplência e fornecer assim o Score.
- O modelo através do algoritmo irá calcular e atribuir uma pontuação (score) que classifica o risco desse cliente, pode ser por exemplo em faixas ou classes definidas pela instituição financeira (ex.: baixo, médio, alto, ou faixas de valores 0 a 100, 101 a 201…).
- Tomada de Decisão: o resultado obtido com o modelo poderá ser utilizado para aprovar ou negar crédito ao cliente solicitante, ou mesmo auxiliar na definição de limites e taxas conforme o risco apresentado e a política de crédito da empresa.
Nessa etapa é muito importante a empresa também contar com outros recursos que permitam a automação do processo para gerar maior agilidade e segurança tanto para empresa como para o cliente.
Um exemplo disso é a utilização de um Motor de Decisão (Motor de Crédito) juntamente com o Modelo de Application, esse tipo de tecnologia oferece diversos benefícios como:
- Maior Agilidade para tomada de decisões em tempo real, visto que é possível ter o Score de forma ágil (sendo consumido através de uma API), além de integrar com outras ferramentas.
- Redução de Viés, uma vez que todo o processo é padronizado e realizado pelo algoritmo e pode ser disponibilizado imediatamente em conjunto com sua política de crédito.
- Maior Eficiência, visto que terá uma forma fácil de filtrar clientes de alto risco automaticamente através do Score de Crédito gerado pelo modelo e qualificá-los com suas políticas.
Por que esse modelo é tão importante?
A construção de um Modelo de Application bem calibrado é capaz de reduzir significativamente o risco de inadimplência da empresa e isso impacta diretamente na Provisão para Devedores Duvidosos (PDD).
A partir do momento que você começa a evitar a aprovação de clientes com alto risco de não pagamento, a empresa consegue preservar a saúde da sua carteira de crédito e melhorar sua rentabilidade.
E junto com isso vem uma série de benefícios para a empresa e ainda vão trazer maior produtividade e segurança como:
- Agilidade na análise de crédito
- Escalabilidade operacional com menos subjetividade
- Experiência de cliente mais fluida, com respostas mais rápidas
- Compliance com regras do mercado e órgãos reguladores
Tudo isso visa melhorar as decisões da empresa baseada nos dados que ela tem ou que pode vir a obter, passando a não depender apenas do feeling ou instinto do profissional.
Exemplos de Uso do Modelo de Application
Hoje em dia no mercado existem inúmeras aplicações para se utilizar o Modelo de Application, entre elas você pode utilizar para:
- Concessões de cartões de crédito
- Empréstimos pessoais
- Financiamento imobiliário/automotivo
- Empréstimos
- E muitas outras.
PDD e o Modelo de Application: Porque ele é fundamental para o negócio quando falamos de avaliação de risco?
Quando falamos de PDD, utilizar o Modelo de Application para ajudar a avaliar os riscos traz um grande ganho para as empresas e ajuda nessa gestão de provisão.
Otimizar essa etapa pode gerar ganhos significativos para as instituições.
Então veja os principais pontos que podem ajudar:
Identificação de Perfis de Risco
A identificação do perfil de risco é crucial para saber se o cliente tem histórico ou propensão a inadimplir. Essa análise se baseia em dados financeiros e comportamento de crédito do cliente.
Definição de Limites de Crédito
Com base no perfil de risco, o Modelo de Application pode ajudar a definir o limite máximo de crédito, garantindo que o valor concedido não ultrapasse a capacidade de pagamento do cliente.
Como o Modelo de Application pode impactar diretamente na PDD
A utilização do Modelo de Application como ferramenta vai ajudar na previsão de inadimplência.
Com isso a empresa terá maior entendimento sobre o comportamento de crédito do cliente, o que impacta diretamente no cálculo do PDD, uma vez que os clientes de maior risco exigem uma provisão maior.
Isso tudo vai permitir classificar melhor os que sejam potenciais inadimplentes. Ao categorizar clientes de alto risco, o modelo permite que as instituições financeiras ajustem o PDD com maior precisão.
Redução de Inadimplência por Meio do Modelo de Application
Consequentemente isso também vai reduzir a entrada de clientes que possam se tornar mau pagadores, e assim reduz diretamente a inadimplência por meio do modelo.
Já que a utilização do modelo vai permitir filtrar e eliminar as concessões para clientes de alto risco, isso vai impactar diretamente na PDD.
Ao alinhar esses resultados com a análise de análise de capacidade de pagamento, poderá também sugerir outros produtos compatíveis com base no perfil do cliente.
Fatores que Influenciam a Efetividade do Modelo de Application
A efetividade do Modelo de Application para a concessão de crédito pode depender de vários fatores que vão muito além dos modelos estatísticos e fórmulas.
Um modelo só é eficaz se conseguir cumprir seu papel, que no caso é prever com precisão o risco de inadimplência e orientar decisões que protejam a saúde financeira da empresa.
Veja alguns dos principais fatores que influenciam diretamente nessa performance:
1. Qualidade dos Dados
O modelo é tão bom quanto os dados que o alimentam. Dados incompletos, desatualizados ou inconsistentes ou mesmo público mau definido comprometem os resultados do modelo e consequentemente do score e podem levar a decisões equivocadas.
Garantir integridade, padronização e atualização dos dados é o primeiro passo para um modelo confiável.
2. Processo de Feature Engineering e Seleção de Variáveis
A seleção de variáveis relevantes que estejam diretamente ligadas ao que se deseja responder é fundamental, como renda, histórico de pagamento, tempo de relacionamento, tipo de ocupação, entre outros, tudo pode influenciar diretamente a capacidade preditiva do modelo.
Além disso, o uso de feature engineering permite transformar dados brutos em sinais mais significativos para o algoritmo. Ter dados transacionais dos clientes, assim como utilizar bureau de dados pode ser um grande diferencial.
3. Método Estatístico ou Algoritmo Utilizado
Outra etapa muito importante, modelos podem variar desde regressões logísticas tradicionais até algoritmos de machine learning, como Random Forest e XGBoost.
A escolha do modelo certo depende do volume e da complexidade dos dados, além da necessidade de interpretabilidade e performance.
4. Periodicidade de Atualização (Recalibração)
Manutenção é muito importante, comportamentos de consumo e condições econômicas mudam. Por isso, um modelo precisa ser revisado e recalibrado periodicamente para continuar eficaz.
Um modelo “estático” rapidamente se torna obsoleto principalmente em cenários de tantas incertezas políticas e monetárias.
5. Monitoramento Contínuo e Backtesting
Avaliar a performance do modelo no tempo, por meio de indicadores como AUC, KS, Gini e taxas reais de inadimplência, é essencial.
O backtesting ajuda a entender se as previsões estão condizentes com os resultados observados.
6. Integração com Políticas de Crédito
Mesmo o melhor modelo pode falhar se as regras de crédito forem mal definidas ou não seguirem as recomendações do modelo.
A combinação entre inteligência preditiva e políticas bem estruturadas garante maior controle e alinhamento com os objetivos do negócio.
Os modelos são ferramentas para ajudarem a apoiar as decisões, eles não substituem as estratégias de negócio.
Entendeu a importância do Modelo de Application para Concessão de Crédito?
Quando olhamos para um cenário econômico cada vez mais desafiador, a combinação entre dados, tecnologia e inteligência analítica é o que separa empresas que apenas concedem crédito daquelas que fazem isso com eficiência, segurança e lucratividade, principalmente em um mercado de grandes incertezas.
O Modelo de Application surge como um verdadeiro aliado na jornada de concessão, pois permite identificar com mais precisão quem são os bons pagadores, quais riscos devem ser evitados e como estruturar uma carteira de crédito saudável.
Essa inteligência impacta diretamente na Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), reduzindo perdas, equilibrando o caixa e promovendo crescimento sustentável.
As empresas que investem em modelos preditivos, políticas bem definidas e automação de processos saem na frente, não apenas na prevenção da inadimplência, mas também na melhoria da experiência do cliente, no cumprimento das normas regulatórias e no desempenho financeiro a longo prazo.
Isso tem sido um grande diferencial entre as empresas que estão se desenvolvendo e as que estão estagnadas e sofrendo com o mercado.
Um modelo é tão poderoso quanto sua alimentação de dados, calibração contínua e integração com a estratégia de negócios.
Mais do que uma ferramenta estatística, o Modelo de Application é um instrumento de decisão inteligente, que quando bem utilizado, pode transformar a concessão de crédito em uma vantagem competitiva real.
Bônus: E se minha empresa não tiver equipe especializada, engenheiro ou cientista de dados?
A boa notícia é que, mesmo sem uma equipe interna de engenharia ou ciência de dados, sua empresa pode sim desenvolver Modelos de Application eficientes e seguros.
Para isso, é possível contar com empresas especializadas em soluções analíticas, inteligência de crédito e ciência de dados aplicados ao mercado financeiro.
A Power of Data (https://www.powerofdata.ai/) é uma consultoria e fornecedora de tecnologia que tem os serviços completos, que vão desde a estruturação do ambiente de dados até a construção e implantação do modelo. Veja o que geralmente está incluído:
1. Captação e organização dos dados (Data Lake)
A base de qualquer modelo está na qualidade dos dados. As empresas especializadas ajudam a consolidar diferentes fontes de informação (sistemas internos, bureaus de crédito, dados públicos e comportamento transacional) em um ambiente seguro e estruturado.
2. Análise exploratória e engenharia de variáveis
Após organizar os dados, os especialistas analisam padrões, criam variáveis comportamentais e financeiras e estruturam um conjunto de dados que servirá de base para o modelo de risco de crédito.
3. Desenvolvimento do Modelo de Application
Com os dados prontos, os algoritmos certos são escolhidos (regressão logística, árvores de decisão, machine learning, etc.) e calibrados com base no seu histórico e perfil de clientes. O resultado é um modelo preditivo customizado para sua operação.
4. Criação ou ajuste da política de crédito
Com o modelo validado, é hora de definir regras práticas de decisão com base nos scores gerados. Isso pode incluir faixas de risco, limites de crédito, exigência de garantias ou recomendações específicas para cada tipo de perfil.
5. Implantação via motor de decisão
Muitas dessas empresas já oferecem integração direta com ferramentas como motores de crédito ou plataformas de decisão automatizada. Isso garante agilidade na concessão, sem comprometer a segurança.
“Não é preciso ter uma equipe técnica gigante para operar com inteligência de dados. É preciso ter clareza sobre os objetivos e parceiros certos para te ajudar a chegar lá.”
Essa abordagem permite que até empresas médias ou em expansão tenham acesso a modelos de alta performance, sem depender de grandes times internos ou de estruturas complexas. É a democratização da ciência de dados aplicada ao crédito.
